Cuecas
Meias
Fardas
Camisetas
Roupas de Cama
Roupas de Dormir
Faria vós o favor de dizer
em qual dessas estantes
esquecestes meu coração ?
domingo, 13 de fevereiro de 2011
56
Cinquenta e seis
perdidos no tempo
um infinidade ...
pra quem por algo espera
Por ti esperei
cinquenta e seis eternidades ,
que nunca mais conseguirei contar
nunca ouvi teu coração bater
e inumeras vezes não pude
acalentar teu sofrimento
tudo isso ?
cinquenta e seis segundo,
de pura frustração ...
perdidos no tempo
um infinidade ...
pra quem por algo espera
Por ti esperei
cinquenta e seis eternidades ,
que nunca mais conseguirei contar
nunca ouvi teu coração bater
e inumeras vezes não pude
acalentar teu sofrimento
tudo isso ?
cinquenta e seis segundo,
de pura frustração ...
domingo, 16 de janeiro de 2011
Sem nome ...
Tentei mil vezes
Achar não consegui
imaginar ousei
sonhar ? posso passar um segundo sem pensar em ti ?
Achar não consegui
imaginar ousei
sonhar ? posso passar um segundo sem pensar em ti ?
domingo, 26 de dezembro de 2010
Sinfonia
Música sem letra sou
sei eixo
sem destino
Um silvo ,
uma lágrima
o pranto é minha arte
que sem compasso brota
perdido no tempo
ecoando no vácuo do esquecimento
talvez fosse Beethoven
o único que surdo , sorriria
para a minha triste sinfonia atonal
composta de uma lágrima só
sei eixo
sem destino
Um silvo ,
uma lágrima
o pranto é minha arte
que sem compasso brota
perdido no tempo
ecoando no vácuo do esquecimento
talvez fosse Beethoven
o único que surdo , sorriria
para a minha triste sinfonia atonal
composta de uma lágrima só
sábado, 25 de dezembro de 2010
Êxtase
Eu diria ?
Menos Deus
Andei demais ?
Não , nunca andei
Usualmente fiz , sempre fazia ...
Então sorri
Louco chorei
Louco gritei
eu ? isso sim eu fiz bem !
Menos Deus
Andei demais ?
Não , nunca andei
Usualmente fiz , sempre fazia ...
Então sorri
Louco chorei
Louco gritei
eu ? isso sim eu fiz bem !
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Confesso
Sem sonho, sorrio
fraco , fútil
olhares vagos , indiferentes
eu desconheço ...
ou finjo desconhecer
saberia eu sorrir ?
talvez cantar ...
em um último suspiro
alegria ?
vejo teu pranto
e me apego as tuas dores
desejo os teus encantos
e em algum momento te amaria
se por alguns segundos eu soubesse amar
Confesso ...
fraco , fútil
olhares vagos , indiferentes
eu desconheço ...
ou finjo desconhecer
saberia eu sorrir ?
talvez cantar ...
em um último suspiro
alegria ?
vejo teu pranto
e me apego as tuas dores
desejo os teus encantos
e em algum momento te amaria
se por alguns segundos eu soubesse amar
Confesso ...
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Falto
Meu medo não permite
não existe em verbo
não é
habita onde há dor
no acalento que faz
do redento amor a extensão do corpo
o corpo de medo
a minha inconstante dor
dor que do mundo brota e do nada flui
viajando do oblíquo para o inexistente
uma dor , um ardor , or
que faz de um urro uma canção de amor
pobre e sutil , falso amor em or
toda a minha ilusão de amor
mesmo iludido
mesmo aflito
temo pelo nada de minha dor
que insiste em dizer que nada tenho
nem mesmo amor
e se mutável fosse
escolheria não mudar
pois aquele que sangra e ri dor amor
mais perto da vida está
não existe em verbo
não é
habita onde há dor
no acalento que faz
do redento amor a extensão do corpo
o corpo de medo
a minha inconstante dor
dor que do mundo brota e do nada flui
viajando do oblíquo para o inexistente
uma dor , um ardor , or
que faz de um urro uma canção de amor
pobre e sutil , falso amor em or
toda a minha ilusão de amor
mesmo iludido
mesmo aflito
temo pelo nada de minha dor
que insiste em dizer que nada tenho
nem mesmo amor
e se mutável fosse
escolheria não mudar
pois aquele que sangra e ri dor amor
mais perto da vida está
Assinar:
Postagens (Atom)